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"O GUARDADOR DE REBANHOS" ALBERTO CAEIRO


(...)Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.


(...)Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar...

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HUMANA

HUMANA
ESCOLHI-TE COMO A IMAGEM DE TODAS AS PESSOAS QUE TÊM SIDO A RAZÃO DA MINHA NAVEGAÇÃO NA BLOGOSFERA

ANTÓNIO PAIS

A inocência de um escritor-menino...

domingo, 25 de janeiro de 2009

A "CONFISSÃO" DOS MEUS 7 PECADOS MORTAIS

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Este Desafio foi-me lançado pela amiga Teresa (ematejoca azul)
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As regras deste Desafio são as seguintes:
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*Revelar a nossa relação com os pecados capitais: GULA, AVAREZA, INVEJA, IRA, SOBERBA, LUXÚRIA e PREGUIÇA
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*Nomear outros 8 blogues para responderem ao Desafio
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(dado que, por motivos de saúde, não tenho vindo a visitar outros blogues, não me atreverei a desafiar ninguém, pelo que aqui fica registada mais uma atitude pecaminosa a ser apreciada no Dia do Juízo Final)
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CINE-TEATRO DA VIDA
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
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NO CONFESSIONÁRIO:
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Confessor: Então, meu filho, quais são as tuas relações com as 7 vizinhas do prédio onde habitas?
E não me venhas dizer que são todas relações virtuosas que tanto eu como o Senhor não acreditamos.
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António: Saiba, senhor prior, que a minha vizinha do 1º. andar, a AVAREZA, por vezes desperta-me a atenção: é bela, tem dinheiro, jóias...mas não me atrai fisicamente.
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Confessor: Então e a do 2º. andar?
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António: Ah, padre, a D. INVEJA, essa desperta em mim desejos de status, dinheiro, jóias, enfim, uma situação que a levasse a trocar o parvalhão do barrigudo do marido por mim, compreende?
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Confessor: Sim, sim, meu filho desnaturado, vai subindo, vai subindo, e a do 3º. andar?
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António: Ai, padre! Essa russa, a IRA, que ruiva, ou melhor: que raiva, que ódio, ela ter lá em casa um maridão negro, careca e porteiro de discoteca!...
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Confessor: Não tens emenda, meu malandro! E a do 4º. andar, vá, diz lá!
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António: A do 4º.? A menina PREGUIÇA? Ai, ai, no quarto e com ela queria eu estar! Ali deitadinho, todos descascadinhos, só com o gatinho Jeremias a lamber os nossos corpos e a fazer-nos cócegas com aqueles longos bigodes prateados e sedosos. Ai, ai, padre, ali passava eu dias e noites esticadinho a degustar caviar e a sugar um bom champanhe francês que lhe ia deitando gota a gota sobre os seus rijinhos mamilos. Ai, padre, padre!
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Confessor: Sabes, criatura de Deus...ou do pecado, já não sei, não! Então e a do 5º. andar?
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António: Oh padre! A D. SOBERBA? Essa não dá hipótese! Virou lésbica agora que se apartou do Sr. Soberbo, ao cabo de de 30 anos de vida em comum. Agora vive com dois Pastores Alemães e acha-se independente. Diz que não precisa de homem: que é auto-suficiente. Uma pena, um desperdício, senhor prior. Uma pena!
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Confessor: Adiante, adiante, e a do 6º. andar?
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António: A D. GULA? Credo! Essa pesa p'ra cima de 100 quilos e, pelo cheiro, não toma banho há um século!
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Confessor: Então, meu depravado, diz lá qual é a tua relação com a última, a do 7º. andar?
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António: A D. LUXÚRIA, padre? Aquela que tem um quarto todo pintadinho da côr da carne, espelhos no tecto e nas paredes, uma cama redonda e muitas correntes e algemas? Ai, senhor prior, valha-me Nosso Senhor! Mas sabe, padre, essa é muito, muito religiosa. Quando estamos nos "finalmente" grita, grita!
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Confessor: E que grita ela, meu filho?
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António: Ai, padre, o que ela grita: - Oh Jesus! Oh my God! Oh Jesus! Oh my God!
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CAI O PANO

Para responder a este Desafio tive de deixar cair a minha última publicação datada de 24/01.
Agradeço a vossa visita, se quiserem fazer o favor de apanharem o elevador até ao piso inferior.
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sábado, 24 de janeiro de 2009

MIRAGEM

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És a minha miragem:

atiro-me ao chão
que vejo alagado;
estes lábios secos
sugam-te ávidos
e ficam encharcados
com gosto de sangue...

*
Após algum tempo de dedicação familiar, aliado a desconforto com contornos de depressão, retorno a pensar nas imensas amizades granjeadas neste espaço virtual, aproveitando para agradecer a toda(o)s aquela(e)s que me confortaram, animaram e me incutiram forças para prosseguir, sobretudo a uma amiga sempre, sempre presente, assim como a outras pessoas que, embora sem contacto diário, também têm vindo a fazer o favor de me priviligiarem com a sua amizade. Não sendo possível agradecer a todas particularmente, sem que isso possa ser interpretado como falta de consideração, apenas inumero "uma dúzia" que, neste caso, representam toda a blogosfera minha amiga:
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Adriana Marques (poesias e canções), Anastácio Soberbo (sexoalcoolnet), BANDEIRAS, Betty Branco Martins, Direitinho (lida coelho), Esterança (Ester), Fernanda Costa (FERNANDA & POEMAS), Mai (Inspirar Poesia), Maria Isabel Cabral (BC), Marta Vasil (Lua com Dona), Paulo Afonso Ramos, Pelos Caminhos da Vida (Ana), Teresa Palmira HOFFBAUER (ematejoca) ...
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Para ti Isabel (Artista Maldito), amiga querida, dedicada e fiel, que me tens dedicado tanto do teu tempo - diariamente - vai o meu reconhecimento em forma de versinhos:
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Que bom é ver a tua "casa" cheia
Num corropio de amizades verdadeiras
Que bom ter-me enredado nesta teia
E ver teu lindo sorriso sem peneiras

Artista que de Maldito não tem nada
Admiro-te e quero sim que acredites
És criadora nata, amiga dedicada
A tua inspiração não tem limites
*
**
***
E...

Entre telas soltas p'lo arco-íris te conheci
Em teus versos apócrifos tua alma entendi
E fixei meus sentimentos em cola e verniz
Evitei seguir-te em sofrimentos que não quiz
*
Entre quatro paredes então me encontrei
Enleado por imagens que na mente inventei
E que diferem daquelas que quiseste oferecer
E foi aí que indolentemente comecei a entender
*
Estalei o verniz rasgando a peganhenta cola
Encontrei a saída lançando-me ao caminho
*
Escolhi um rumo pulando como uma mola
E degustei-te numa colher de mel de rosmaninho
*


sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

BREVE REFLEXÃO SOBRE MEDICINA ALUPATA (CONVENCIONAL) E ALTERNATIVA

"Tinha regressado do Brasil. No dia 22 de Agosto, recebi uma chamada telefónica no meu consultório. A chamada era de Kensington Palace, a casa de Diana, a Princesa de Gales. A secretária particular da Princesa Diana, Jacqueline Allen, estava em linha..." (Dr. Brian L. Weiss)
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Eu tinha mais ou menos oito anos de idade quando assisti - lembro-me tão bem - ao prolongado sofrimento do meu saudoso pai, em consequência de esgotamento cerebral por excesso de trabalho enquanto desenhador naval no Arsenal do Alfeite.
Os electrochoques eram a prescrição médica favorita dos psiquiatras da época. Tratamento brutal e agressivo, quase desumano, mas era aquilo que os senhores doutores haviam empinado nas Faculdades.
Embora tenha ficado marcado para o resto da sua vida, aconteceu, porém, travar conhecimento com alguém que o encaminhou para tratamentos alternativos. Acompanhado por homens de ciência e de grande humanidade, tais como o Dr. Lyon de Castro, Indiveri Colluci e Fred Vasques Homem, haveria, a partir daí, de se converter ao chamado Naturismo. A sua biblioteca foi crescendo e, inclusivamente, deixou legado ao meu irmão mais novo.
O médico da família respeitava-o, assim como às suas ideias, assentes em fundações e patamares de experiência adquiridos. Nos dias de hoje é muito curioso o meu irmão trocar pacientes com o mesmo médico da família. Diz o médico alupata para alguns dos seus doentes: "- Vou encaminhá-lo para o meu amigo doutor das ervinhas!..."
Um dos últimos presentes do meu irmão foi um autêntico presente de Amor! Materializado na forma de livro. Um tema que não me era de todo estranho, mas que me obrigou a meditar quando até essa capacidade eu estava a perder.
Estamos, obviamente, sempre a aprender com a experiência dos outros. E esse livro ofereceu-me novas descobertas. E, o mais importante: sacudiu-me, despertou-me.
O seu autor: Dr. Brian L. Weiss, licenciou-se pela Universidade de Columbia e recebeu o seu diploma de Medicina na Universidade de Yale. Fez o seu internato no Belevue Medical Center da Universidade de Nova Iorque. Foi residente-chefe do Departamento de Psiquiatria do Mount Sinai Center em Miami Beach, na Florida e Professor Associado de Medicina no Departamento de Psiquiatria da Escola de Medicina da Universidade de Miami. Para além das consultas de Psiquiatria, realiza seminários a nível internacional e programas de formação profissional. Embora com uma extensa bibliografia de saber adquirido, luta ainda contra a resistência da medicina e dos seus tratamentos químicos convencionais.
Ajudou Sylvester Stallone na preparação para o seu papel em Cop Land (Zona Explosiva).
Os jornais escreveram: "Stallone submeteu-se também a preparação interior..." O Dr. Brian Weiss reconheceu: "- O facto de Sylvester Stallone ter tido a coragem de mencionar-me em público significou que milhões de pessoas ganharam consciência do meu trabalho".
"Tinha regressado do Brasil. No dia 22 de Agosto de 1997, recebi uma chamada telefónica no meu consultório. A chamada era de Kensington Palace, a casa de Diana, Princesa de Gales. A secretária particular da Princesa Diana, Jacqueline Allen, estava em linha. "A Princesa adorou o seu livro Só o Amor é Real", informou-me Jacqueline. "Foi um livro que lhe trouxe grande conforto e paz. Ela gostava de falar consigo. Está a planear alguma viagem a Inglaterra em breve?"
"Não", respondi. "Não tenho nada programado, mas tenho a certeza que podemos arranjar qualquer coisa".
"Bem, ela agora está de férias. Ela gostava de contactá-lo quando regressar a Inglaterra".
"Teria todo o gosto", respondi. "Vou enviar-lhe os meus outros livros e algumas cassetes".
Nessa mesma tarde a equipa do Dr. Brian L. Weiss enviou um pacote com livros e cassetes, ficando a aguardar a sua chamada. Brian Weiss há muito que admirava a coragem de Diana, a sua compaixão e todo o seu trabalho social e o modo como ela era capaz de demonstrar grande amor pelas pessoas com Sida e com outros problemas.
É claro que a Princesa Diana nunca chegou a telefonar-lhe. No dia 31 de Agosto, antes de regressar a Inglaterra, morreu num terrível acidente e viação num túnel em Paris.
A Princesa Diana leu aquele livro antes da sua morte física. A altura não foi coincidência. Talvez o livro a tenha confortado em relação à morte do seu pai. Ela ainda o estaria a chorar? O conforto e a paz que ela encontrou no livro estaria relacionado com ele?
Continuando a citar o Dr. Brian L. Weiss: "(...) muitos médicos estão tão ocupados, sob tanta tensão, tão absorvidos consigo próprios, com tanto medo, ou são tão gananciosos, que não têm tempo para escutarem os seus pacientes, para estabelerecem uma relação com eles. Esta condição é trágica, tanto para o médico como para o paciente. O médico nega a si próprio a satisfação de conhecer o paciente numa base pessoal e perde a oportunidade de retirar algum ensinamento desse encontro terapêutico. Sem a gratificação real resultante da ligação pessoa-a-pessoa a prática da medicina torna-se estéril e mecânica. O médico começa a sentir-se constantemente pressionado e atrasado. A depressão e o esgotamento precoce são resultados comuns. Os pacientes sentem-se também pressionados e maltratados, como se o seu único interesse para o médico fosse a sua doença ou um órgão, em vez de serem considerados como pessoas, ou até como amigos. A dignidade e a humanidade do doente sai diluída neste processo.
Todos os médicos podem ficar profundamente sensibilizados se dedicarem o tempo necessário para ouvirem os seus pacientes e aprenderem com eles. Muitos médicos deram-me a conhecer os seus casos "menos usuais", casos em que abordaram áreas que ainda não são ensinadas nas faculdades de medicina. O risco de tomar estas questões públicas é potencialmente grave. Os médicos receiam que as suas reputações, tão arduamente conquistadas, que as suas clínicas, a segurança das suas famílias, inclusivamente as suas relações soiais, que tudo isso vá por água abaixo. Eu compreendo toda esta trepidação. Também eu precisei de uma série de anos para juntar coragem para publicar as minhas descobertas. No entanto, é precisamente por serem credíveis que os médicos têm a oportunidade de dar mais força a estas verdades, revelando as suas descobertas. Dando esse passo, poderão beneficiar milhões de pessoas, bem como a si próprios. Conheço isso perfeitamente. Também estive aí(...)"
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NR - Este texto foi elaborado a partir do livro:
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"A Divina Sabedoria dos Mestres"
(A Descoberta do Poder do Amor)
de Brian L. Weiss, M.D.
Edição Pergaminho
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

UM POETA REVOLTADO

Quero começar o ano agradecendo a toda(o)s a(o)s amiga(o)s que tiveram a gentileza de me presentearam com as suas palavras de carinho e votos de felicidades, quer através de comentários quer através de e-mails.
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Não iniciarei publicando um poema, como desejaria, mas sim um pequeno conto, em tom de revolta. Infelizmente, muitas das pessoas que fazem o favor de me lerem já conheceram ou conhecem alguém a quem foi roubado ou sonegado o pão-nosso-de-cada-dia, através do processo ignóbil de despedimentos compulsivos ou falta de pagamento do salário em tempo útil, tornando uma época que se desejaria festiva num autêntico pesadelo.
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O ACIDENTE DO PATRÃO
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Eram seis horas e trinta minutos e naquele final de madrugada quente de Julho o potente BMW negro acabava de ultrapassar, com alguma facilidade - o velocímetro registava os 180 km/hora - a fila de quatro camiões que seguiam no sentido Sesimbra-Fogueteiro. Terminada a quádrupla ultrapassagem aquela máquina veloz abandonou bruscamente a faixa contrária como que inclinando as suas asas imaginárias para a direita, voltando de imediato à horizontalidade e, já na sua mão, prosseguiu "voando baixinho" - expressão que o seu "piloto" garbosamente utilizava sempre que se referia à frenética condução, habitualmente desrespeitosa que praticava. Depois, com a "pista" livre pela sua frente, aquele exímio condutor acelerou ainda mais e foi repentinamente acometido por uma "branca" - ou "escura" - total. Havia perdido a consciência...
O motorista do último camião "sobrevoado" assustadoramente pela esquerda circulava ainda e somente a uns escassos cinquenta metros de distância da "aeronave negra" e assistiu, encostou, apelou por assistência, ajudou a socorrer e acabou por relatar detalhadamente aquilo a que os seus olhos ainda incrédulos - consumidores vigilantes de milhares de quilómetros de asfalto - acabavam de presenciar.
O BM pura e simplesmente havia ignorado a curva para a direita, havendo atravessado a faixa de rodagem contrária, indo embater violentamente numa barreira de terra que ali se encontrava ladeando a estrada, tendo a frente da viatura empinado e subindo cerca de cinco metros de altura. Com a força do embate a porta do condutor, "alérgico" a cintos de segurança - e nestas circunstâncias ainda bem - abriu-se, tendo aquele corpo roliço sido cuspido violentamente contra o solo. O BM, imediatamente a seguir ao "looping", na sua trajectória desgovernada pelos ares acabou por se deter, lateralmente, partindo-se ao meio, no tronco dum velho mas robusto, pacífico e sonolento pinheiro bravo.
Quase de imediato o aproximar contínuo e veloz das sirenes estridentes dos Bombeiros e da Guarda Nacional Republicana, com os seus rotativos azuis a misturarem-se no ar, nas árvores e no solo, encandeando todo o cenário daquele palco de horror, o qual se poderia ter tornado numa tragédia dantesca com consequências dramáticas para terceiros inocentes.
Ao sinistrado, enquanto assistido no Hospital Garcia de Horta, em Almada, foi dada ordem de prisão. Não! Não foi por excesso de velocidade!
O Processo Judicial viria a referir que a viatura circulava a uma velocidade de 60 km/hora (?).
Àquele "respeitável" cidadão, arquitecto e bem sucedido empresário da construção civil e obras públicas, haviam sido apreendidas pela GNR, no local do acidente, vários gramas de heroína, contidas em cápsulas e acondicionadas numa caixinha de prata, juntamente com a medicação. Posteriormente, na sua residência, foram encontrados mais alguns frasquinhos contendo o mesmo estupefaciente. Contudo, ao que se viria a apurar, aquilo foi tudo um grande mal-entendido pois tratava-se dum medicamento prescrito, manuseado e comercializado a pessoas de condição sócio-económica média-superior por um laboratório duma farmácia situada na Estrada da Luz, em Lisboa, e com sede na cidade do Porto e, pasme-se, destinando-se a curas de emagrecimento!?
Em desespero de causa a esposa e sócia do arguido, mantendo a pose sempre artificial e conseguida magistralmente graças às mãos dos excelentes profissionais do Salão da esteticista e cabeleireira Marina Cruz, e naquele ar de varina irritada que lhe era tão peculiar, lá ia gritando às pessoas a quem contava a história do acidente, que os GNR's que haviam estado no local do acidente lhe roubaram uma medalhinha de prata na qual estava gravada e benzida a imagem de um santo. Santa ignorância!!! Quem iria acreditar nessa história? No meu modesto entender tudo indicava que a medalhinha, a existir, jamais mereceria a cobiça dos elementos da Brigada de Trânsito da GNR ao ponto de a furtarem. O que aconteceu, certamente, foi ter ficado enterrada no local do acidente; além disso, nunca se constou que o indivíduo acidentado temesse ou venerasse Santo António de Lisboa e Pádua e muito menos que o culto, moralista e bondoso Santo acompanhasse, mesmo em medalhinha de prata, tamanho e ignóbil pecador...
Os empregados respeitavam aquele patrão. Ele tinha uma capacidade de trabalho invulgar, tornando-se motivo de falatório velado em algumas insinuações relativamente ao facto de toda aquela resistência poder ser consequência da ingestão regular de algum "estimulante".
Após a sua convalescença o comportamento deste patrão - compartilhado pela sua esposa e sócia-gerente da firma de construção e obras públicas que figurava entre as sessenta maiores em Portugal - para com os seus colaboradores mais dedicados tornou-se lamentável, colocando aquela casa próspera na lista das empresas privadas e públicas que, posteriormente, a comunicação social ajudou a denunciar. Sujeitaram os seus colaboradores que tomaram conhecimento próximo do Processo às mais abomináveis humilhações, atrocidades psicológicas de vária espécie, incidindo a perseguição naqueles com idade mais avançada por forma a cansá-los e traumatizá-los para o resto das suas vidas, ou seja: obrigando-os à rescisão unilateral dos seus contratos de trabalho, ou, aos mais resistentes, à rescisão por mútuo acordo. E tudo isto de acordo com a legislação laboral vigente e alterada em consequência dum procedimento que se estava a tornar num flagelo.
Somente quem sofreu durante tanto tempo - este tipo de sofrimento prendia-se, obviamente, com a resistência ou a maior ou menor facilidade em conseguir um novo emprego - pode aquilatar os danos causados e os traumas que se tornaram num "valor acrescentado adquirido" para o tão curto resto da vida.
Eu também fui atingido...
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